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Participantes Genaf

MONICA PATRICIA MORAGA LÓPEZ
monica_moraga@yahoo.com.br

Formada em Educação Física pela Universidade del Bio Bio – Chile, com Mestrado na Faculdade de Educação da USP (FEUSP), concluído em 1995. Pós-graduada em “Fisiologia do Exercício” pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em 2000.
Em 1990/91 na Escola de Educação Física (EEFUSP) cursou “Atividades Físicas Adaptadas aos Portadores de Asma Brônquica” e “Aperfeiçoamento em Natação”. Em 1994/95 cursou as disciplinas de “Aprendizagem Motora” e “Ensino-Aprendizagem de Habilidades Perceptivo-Motoras” (EEFUSP).
Desde 1989 trabalha como professora de Educação Física na área Escolar e em academias. Em 1998 começa trabalho no mercado como Personal Trainer e inicia em 1999 atividades dirigidas a pessoas obesas.
Fevereiro de 2001 inicia sua participação nas atividades do grupo PRATO (Projeto de Atendimento ao Obeso). Faculdade de Medicina, Instituto de Psiquiatria da USP.
Março de 2001 participa do curso de “Obesidade e Dislipidemia” (alteração na estrutura lipoprotéica) na EEFUSP.
30 de maio a 2 de Junho de 2001 participou como convidada no 2º Congresso Paulista de Psicossomática, apresentando o tema “Atividades Físicas no tratamento da Obesidade”.
29 de Setembro a 03 de outubro de 2001 participou do “VII Congresso Paulista de Saúde Pública, Saúde e Democracia” apresentando painel intitulado “Atuação interdisciplinar no atendimento nutricional a grupos de obesos”, do grupo PRATO.
A partir de 2003, inicia participação do grupo de estudos em nutrição e atividade física, GENAF. Coordenado pelo Doutor Mauro Fisberg (UNIFESP e Universidade São Marcos).
Em 2004 e 2007, vice presidente do INBIO (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Obesidade), trabalha com pesquisas para Qualidade de Vida  com pessoas sedentárias, hipertensas e obesas.
Em 2003 e 2005, Aperfeiçoamento em ginástica para recuperação e manutenção de Cardiopatas, ministrado pela Escola de Ed. Física da USP/SP.

Temas de interesse
- Qualidade de vida e o obeso
- Obesidade e infância – Adolescência
- Exercício físico e o mundo de hoje
- Dieta e exercício físico, como conciliar sem cair no exagero?

A OBESIDADE MÓRBIDA DEVE SIM SER TRATADA COMO QUESTÃO DE SAÚDE.E OLHA QUE OBESIDADE MÓRBIDA NÃO SE RESTRINGE AOS CASOS DOS QUE NÃO CONSEGUEM LEVANTAR-SE SOZINHOS.
OUTRO FATO COMPROVADO CIENTIFICAMENTE, É QUE MUITOS CASOS DE TRATAMENTO DA OBESIDADE PASSAM POR ALGUNS DESAJUSTES OU CARÊNCIAS DE ORDEM PSICOLÓGICAS E NÃO APENAS ENDOCRINOLÓGICAS OU FISIOLÓGICAS.
COMO DIZ A REPORTAGEM ABAIXO, DAÍ A LEVAR-SE OS HÁBITOS DE COMER COMPULSIVAMENTE COMO UMA QUESTÃO MORAL, É UM ERRO PRIMÁRIO QUE INFELIZMENTE PODE SER INTERPRETADO DESTA FORMA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. ESTA QUESTÃO MORAL E ESTIGMATIZAÇÃO FICA NAS “ENTRELINHAS” E É UM MÉTODO DE COMBATE EQUIVOCADO AO PROBLEMA, PROBLEMA ESTE QUE REALMENTE EXISTE E DEVE SER ABORDADO DE OUTRA FORMA.
FICA MAIS OU MENOS IGUAL AO PATRULHAMENTO AO FUMANTE. É ALTAMENTE DESEJADO QUE NÃO SE FUME POR VÁRIAS RAZÕES AMPLAMENTES DISCUTIDAS. DAÍ TAMBÉM ESTIGMATIZAR O FUMANTE DE FORMA MORAL, VAI LONGE.
NEM POR ISTO OS PROBLEMAS PODEM DEIXAR DE SER COMBATIDOS. DEIXAR DE COMBATER AS CAUSAS DA OBESIDADE E TABAGISMO EM CONTRAPONTO À FORMA ERRADA DO TRATAMENTO DADO PELOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AO ASSUNTO, É UM ERRO AINDA MAIOR.
A QUESTÃO É APENAS A FORMA DE ABORDAGEM.

Comentário: é um Artigo de 2004, o interessante é que quanto mais se fala em obesidade, parece que em termos práticos nada melhora e isso chama a atenção.Os artigos e publicações que se encontram em revistas sempre falam de uma obesidade desde um ponto de vista fisiológico e físico, já esta matéria aborda o preconceito e uma conseqüência social referindo-se a pessoa obesa. O artigo fez diferencia.
Artigo de The New York Times: 01-05-2004. Não é um artigo científico, mas me marcou.


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