google-site-verification=zMJEzW0AoojUlm4gH1t7R-sKjhkj12kQ6BMp2yiyTnk google-site-verification=zMJEzW0AoojUlm4gH1t7R-sKjhkj12kQ6BMp2yiyTnk
top of page

Agosto quente e seco exige cuidados com as crianças.

Atualizado: 12 de fev. de 2019


Crédito da Foto: iStock

O mês de agosto chegou com temperaturas totalmente atípicas na região Sudeste, bem mais altas do que a média. Isso somado à baixa umidade do ar, que já beirou níveis alarmantes de 20%, abre caminho para alergias e infecções respiratórias. O inverno quente e seco exige alguns cuidados com a saúde dos pequenos, inclusive no ambiente escolar, agora que as férias acabaram.


O primeiro deles é manter seu filho muito bem hidratado. Não abra mão da famosa garrafinha de água na mochila da escola, para que ele possa bebericar ao longo do período – e não só no intervalo. Em casa, ofereça muitos sucos naturais também, que carregam boas doses de vitaminas e sais minerais das frutas.


O sol de rachar reforça a necessidade do uso do filtro solar – mas vale lembrar que ele não deve ser dispensado nem nos dias frios e nublados! Isso porque 80% da radiação atravessa as nuvens. Portanto, chova ou faça sol, não abra mão do protetor. A ação danosa dos raios UV é cumulativa – ou seja, os efeitos vão se somando com o tempo e acabam por provocar rugas e manchas a longo prazo, sem falar no câncer de pele. Tanto que os especialistas estimam que 80% da exposição solar aconteça até os 18 anos, fase em que a pessoa vive mais ao ar livre e costuma se proteger menos.


Para os pequenos, as melhores opções entre os protetores são aquelas com filtros físicos, que formam uma barreira capaz de refletir os raios solares. Os químicos produzem uma reação na pele. Não se esqueça de verificar se o produto também tem proteção UVA e se é hipoalergênico.


Rotina

Além desses cuidados, vale observar a rotina da criança para ajudá-la a ter melhor rendimento. Quem precisa pular da cama antes do amanhecer pode estar brigando com seu relógio biológico – especialmente os adolescentes. Nessa fase, eles costumam ter sono mais tarde e, portanto, sofrem para acordar cedo. Os neurocientistas já sabem que a falta de sono impacta diretamente o aprendizado. A atividade cerebral noturna tem relação direta com a consolidação das memórias e do que foi aprendido. Ela também abre caminho para o desenvolvimento da criatividade.


Já que no Brasil as aulas costumam começar muito cedo e que não é nada simples mudar o turno da escola, cuide para que seu filho tenha um longo período de repouso. Estabeleça horários rígidos de ir para a cama e de desligar os eletrônicos. E, se for possível, reserve uns momentos para a criança descansar após o almoço. Assim ela fará a lição com mais disposição.


Esses pequenos cuidados podem ajudar a encarar com mais fôlego a reta final do ano escolar


4 visualizações0 comentário

Comentários


bottom of page